O dia em que o jogador de futebol teve de absolver o padre

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Dizem que o garoto é bom no futebol. Manda bem nos gramados desde os tempos da molecadinha que vestia a camisa do Londrina. E foi assim na escola, depois na faculdade. Tudo hobby, mas uma brincadeira levada à sério para o meio campo Bruno Lo Frano Machado. O jogo com os amigos não pode faltar, mas também é ruim perder.

Bruno jogando no JIA, neste ano (Foto: DAG/Divulgação)

E parece que o menino é bom mesmo. Seja no Danone F.C., campeão no Country, ou então a Azurra F.C., campeã na Universidade Tecnológica do Paraná (UTFPR). O Espetaria Bar F.C. e o XXIV de Pelotas, todos amadores também, não ficam para trás. Sempre estão ganhando.

O fato é que o garoto estava numa partida qualquer, de um dia qualquer, com um time qualquer, num lugar qualquer e, de repente, um amigo levou um amigo para completar o time. Só que o amigo do amigo era padre. Padre? E padre joga bola? Ô se joga! Há muitos e muitos times em pastorais do esporte por aí.

Mas, para Bruno era algo completamente incomum. E, naturalmente, muitas coisas passam pela cabeça. Segurar os palavrões, por exemplo. Até que algo inusitado aconteceu. O padre errou o passe. Óbvio que não se deve esperar ou cobrar uma qualidade nos campos de alguém que treinou anos para rezar missa, não para jogar futebol.

E, então, com toda humildade, o padre se virou para Bruno e pediu perdão pelo erro. Nesse caso, os papéis se inverteram. E foi Bruno quem teve que absolver o sacerdote. Amém.

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