Mamãe, eu quero

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Colaborador: Anizio Henrique de Faria Junior

Segunda Guerra Mundial.

A psicanalista infantil Françoise Dolto recebeu o pedido: atender uma criança com poucos meses de vida.

A mãe havia morrido na guerra: a criança não se alimentava mais.

Mãe substituta e mamadeira: a criança rejeitava.

Morando no interior da França e Françoise em Paris, a guerra tornou o encontro impossível.

Dolto mandou uma carta sugerindo que fosse utilizada uma roupa da mãe em torno da mamadeira ou do seio da mãe substituta.

A criança sobreviveu.

Experiência confirmada: além e mais do que o leite, há outra nutrição.

A presença da mãe é o alimento.

Criança em Castória, na Grécia, recebe mantimentos do Unicef, em 1950 (Foto: Unicef)

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