Degustação apresenta cachaças de alambique de Minas Gerais e Alagoas

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O dia foi de experimentar cachaças. Uma de Minas Gerais, terrinha da água de beber, e outra de Alagoas. A degustação, orientada pelo sommelier Pablo Ferreira, foi realizada no último sábado (10), na Século Adega (AV. Ayrton Senna, 509). Além disso, teve quitutes da chef Drica Castro, que preparou umas comidinhas para harmonizar.

As cachaças foram degustadas com quitutes de Drica Castro (Fotos: Fábio Luporini)

“A diferença entre a cachaça industrial e a de alambique é o processo de fabricação, desde o cultivo da cana, o corte e, no caso do alambique, que é de cobre”, explica Pablo. As de alambique são mais “gourmets”, digamos assim. E experimentamos duas delas: Porto do Vianna, da cachaçaria Gouveia Brasil (MG) e Gogó da Ema (AL).

A Gogó da Ema foi armazenada em tonéis de báslamo e apresenta um sabor herbáceo e bastante forte. Tipo aquela cachaça que desce queimando. Extremamente gostosa. E completamente diferente da mineira, armazenada em tonéis de carvalho, que produz sabores que lembram o cacau e a baunilha.

Uma garrafa de 500 ml da Gogó da Ema sai por R$ 74 enquanto que uma de 700 ml da Porto do Vianna custa R$ 68.

Veja as duas taças: a da esquerda é a cachaça armazenada em alambique de carvalho e a da direita no alambique de bálsamo

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