2018: tempo de colocar em prática promessas, desejos e propósitos

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Dois mil e dezoito chegou voando. Tão rápido que já deixou 2017 para trás. E, provavelmente, irá passar tão intensamente tal qual foi o ano que já é velho. A vida é assim. E tem ficado cada vez mais efêmera.

Talvez porque a gente viva de forma superficial os momentos que o ano velho proporciona, pensando sempre no ano que vem. O futuro está nos aguardando há tempos: aquela viagem, aquele projeto, aquela ocasião especial.

Ao mesmo tempo em que insistimos em rever e revisitar o passado, às vezes doído e sofrido, outrora feliz e “um tempo que não volta mais”. De forma que, assim, não vivemos o presente. E, claro, não tão intensamente quanto deveria ser vivido.

Justamente por isso o ano velho passou rápido e não deu tempo de fazer tudo o que gostaríamos. Ou não soubemos aproveitar o tempo? Porque o tempo é relativo: uma construção humana que homem algum é capaz de controlar. E que depende do modo como enxergamo-lo.

O ano novo, então, é mais uma oportunidade que temos de fazer diferente. De realmente colocar em prática as promessas que prometemos, os desejos que desejamos, os propósitos que propomos. No tempo “agora”, sem deixar esperarmos o tempo que vem, para não nos arrependermos do tempo que passou.

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